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Floresça Onde Está Plantado
 

Mensagens Devocionais



 
 

O PINHÃO. QUANDO APARECERÁ O FRUTO?

 



Escrito por Floresça Onde Está Plantado às 20h04
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... para que TODO aquele que nele crê...

 

... para que TODO aquele que nele crê...

 

Em nossa fraqueza de seres humanos, tendemos a criar graduações de pecados. Esse aqui é um pecado pequeno, em nossa escala de valores; mas aquele lá é um pecado muito grande. Daí, pensarmos que Deus pode perdoar o pecado pequeno, mas nunca poderá perdoar e aceitar um terrível pecador. Lembro-me de um episódio da Segunda Grande Guerra que ilustra bem esta idéia. Hitler e seu Terceiro “Reich” tinham sido derrotados pelos aliados. Muitos dos antigos líderes nazistas, que haviam praticado alguns dos mais infames crimes conhecidos pela humanidade, foram levados a julgamento em Nurembergue. O mundo todo voltou sua atenção para lá, enquanto as sentenças de morte ou prisão eram passadas contra aqueles criminosos de guerra.

Contudo, em meio aos julgamentos de Nurembergue, divulgou-se a seguinte história, relatada pelo Capelão Henry Gerecke. Ele fora chamado para dar assistência espiritual ao alto comando nazista. Ele se considerava um simples pregador, criado numa fazenda do interior, mas foi-lhe confiada esta tarefa extremamente difícil.

O capelão narrou a sincera conversão à fé em Jesus Cristo de alguns daqueles homens que haviam cometido crimes desprezíveis. Um deles fora anteriormente um dos generais mais chegados a Hitler. A princípio, o capelão adotou uma atitude cautelosa em relação às confissões de fé dos presos. Disse que a primeira vez que viu aquele general lendo a Bíblia pensou: “Fingimento.” Porém à medida que passava mais tempo com ele, veio a reconhecer a verdade, e escreveu: “Quanto mais eu o ouvia, mais sentia que era possível que estivesse sendo sincero. Ele admitira que não fora bom cristão, e fazia questão de afirmar que se sentia muito feliz de que a própria nação que talvez o condenasse à morte, se preocupasse com seu destino eterno, a ponto de fornecer-lhe orientação espiritual”. E com a Bíblia na mão, ele dizia: “Sei por este livro, que Deus pode salvar um pecador como eu”.

Que amor admirável Deus nos revelou na cruz!1

 

Louvado seja Deus nosso Salvador, “o qual deseja que TODOS os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade” (1ª Timóteo 2:4). “Ele é longânimo para convosco, não querendo que ninguém se perca, senão que TODOS venham a arrepender-se” (2ª Pedro 3:9b).

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que TODO aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16).

Deus sabia da impossibilidade do homem se salvar a si mesmo, isto é, pelo seu mérito próprio. Por isso, Ele enviou seu único Filho para morrer pela humanidade. “Pois é pela graça que sois salvos, por meio da fé – e isto não vem de vós, é dom de Deus – não das obras, para que ninguém se glorie” (Efésios 2:8,9).

A salvação esta aberta para TODO homem, desde o mais desprezível até o “politicamente correto”. TODOS por si mesmos estão pedidos, mas em Deus TODOS podem se salvar. Basta reconhecer esta necessidade e aceitar o precioso sacrifício do Senhor Jesus na cruz...

 

Fonte: 1 - GRAHAM, Billy. Como nascer de novo. Belo Horizonte, MG: Betânia, 1979, pp. 115-116.

 

 



Escrito por Floresça Onde Está Plantado às 20h47
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Jesus levou o nosso pior na Cruz...

Jesus levou o nosso pior na Cruz...

 

Pois é o seu verdadeiro eu que Deus ama e por quem Cristo morreu, o seu eu verdadeiro com todos os seus pecados e falhas, que ele sempre conheceu e que jamais deixou de amar. Sentir isso a nível instintivo lhe dará a coragem necessária para ver a si mesmo como verdadeiramente é. Como ilustração, eu gostaria de contar uma notável história verídica que aconteceu durante a Segunda Guerra Mundial:

Havia um homem de nome Stypulkowski, que lutou na resistência subterrânea polonesa de 1939 a 1944. Infelizmente, quando a guerra terminou, ele estava no lugar errado e na hora errada, e foi capturado pelo exército russo. Ele e mais quinze poloneses foram levados à Rússia para serem julgados perante o tribunal de crimes de guerra. Uma vez que alguns observadores ocidentais assistiam aos julgamentos, era necessário confissão completa dos homens a fim de serem condenados por sua suposta traição ao estado. Na verdade, com as suas táticas, tinham ajudado a derrotar o inimigo. Agora estavam sendo acusados de terem ajudado os nazistas.

Antes do julgamento, os homens foram submetidos a rigoroso interrogatório para quebrantá-los mentas, emocional e espiritualmente, para destruir a sua integridade de modo que confessassem qualquer coisa que lhes fosse pedida. Quinze dos dezesseis homens sucumbiram à exaustiva pressão. Somente Stypulkowski não sucumbiu. E isso apesar do fato de que durante 69 das 70 noites ele foi brutalmente questionado numa série de 141 interrogatórios. Ele não somente os suportou, mas também em certo momento o seu interrogador se quebrantou e teve de ser substituído. Vezes sem conta os seus atormentadores implacáveis examinaram tudo o que ele fizera ou não fizera, procurando temor e culpa. O seu trabalho, o seu casamento, a família, os filhos, a sua vida sexual, a sua vida na comunidade e na igreja, até mesmo o seu conceito de Deus.

Isto depois de semanas de uma dieta de fome, noites sem sono e calculado terror. Mais pérfido de tudo foram as confissões assinadas de seus melhores amigos, todas elas o acusando. Seus torturadores lhe disseram que o seu caso não tinha esperança, e já estava praticamente encerrado. Eles o aconselharam a admitir a culpa, para que pudessem diminuir a sua sentença; de outra forma, seria morte certa.

Stypulkowski se recusou. Disse que não tinha sido um traidor e não poderia confessar algo que não fosse verdade. Pleiteou inocência durante o julgamento; em grande parte por causa dos observadores estrangeiros presentes, foi solto. O mais impressionante foi o modo completamente natural e espontâneo com que ele testemunhou da sua fé cristã. Ele manteve a fé viva através da oração constante, e todas as outras lealdades foram subordinadas à sua lealdade a Cristo.

É claro que ele possuía fraquezas. Os seus acusadores vez após vez destacavam essas fraquezas diante dele, mas ele não se deixou abalar por causa delas. A razão da sua resistência é que diariamente ele se apresentava a Deus e a seus acusadores em honestidade absoluta. Ele sabia ser aceito, amado de Deus, perdoado e purificado. Portanto, sempre que o acusavam de algum erro pessoal, ele o admitia livremente, até com alegria. E repetia humildemente: “Nunca senti ser necessário justificar a mim mesmo com desculpas. Quando me mostraram que eu era covarde, eu já sabia disso. Quando apontaram o dedo para mim com acusações de sentimentos imundos e indecentes, eu já sabia daquilo. Quando me mostraram um reflexo de mim mesmo com todas as minhas deficiências, eu lhes disse: ‘Mas cavalheiros, eu sou ainda muito pior do que isso.’ Pois, percebe você, eu tinha aprendido que não era necessário justificar-me a mim mesmo. Alguém já tinha feito isso por mim: Jesus Cristo!”

Visto que Stypulkowski podia ser totalmente honesto acerca de si mesmo perante Deus, foi capaz de ser totalmente honesto acerca de si mesmo perante os seus acusadores. Ele podia admitir livremente as usas falhas pessoais, pois sabia que na cruz todas elas tinham sido resolvidas.

Assim também acontece com todos nós. Quando percebemos que ao sermos “justificados mediante a fé, temos paz com Deus, por meio de nosso Senhor Jesus Cristo; por intermédio de quem obtivemos igualmente acesso, pela fé e esta graça na qual estamos firmes” (Romanos 5:1), encontraremos a coragem para encarar a verdade acerca de nossas necessidades, e para experimentar a graça que cura.

 

Fonte: SEAMANDS, David A. O poder curador da graça. São Paulo, SP: Vida, 2003, pp. 106-108.

 



Escrito por Floresça Onde Está Plantado às 21h07
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A Misericórdia do Senhor



Escrito por Floresça Onde Está Plantado às 19h08
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A Misericórdia do Senhor

A Misericórdia do Senhor

“Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores.” (Romanos 4:4)

 

Existem muitas coisas na vida que não compreendemos. Há outras que aceitamos por existirem provas em documentos históricos e em fatos comprovados mediante pesquisas. Que Jesus Cristo viveu neste mundo é fato comprovado. Que Ele morreu e ressuscitou também é comprovado pela Bíblia, a Palavra de Deus. Eu lhe pergunto: você compreendeu tudo aquilo que aconteceu com Jesus Cristo e por que aconteceu? Ele nasceu de uma virgem, viveu trinta e três anos, ensinou um grupo de discípulos, foi crucificado, morreu, ao terceiro dia ressuscitou e depois foi elevado ao céu. Tudo isso são fatos comprovados. Você compreendeu a razão de tudo isto? Se você ainda não compreendeu tudo o que se passou com Jesus Cristo e o que Ele fez, digo-lhe o seguinte: tudo isto aconteceu por amor e misericórdia a você! O que é misericórdia? É um favor não merecido, dado ou recebido por alguém. Alguém condenado à morte por causa de seus atos maus e que não foi executado recebe misericórdia de quem o condenou. Todos comparecerão diante dEle e serão julgados por Ele. Sobre todos nós está a condenação da separação eterna de Deus por causa dos nossos pecados. Deus, sendo rico em misericórdia, providenciou o escape desta condenação. Jesus Cristo morreu em nosso lugar! Uma pessoa condenada à morte, que tem uma chance de se livrar dessa condenação, deveria aceitá-la, ou não? Você aceita o perdão e o livramento de Jesus Cristo para você, ou não? Apenas crendo nEle e recebendo-o como Salvador e Senhor de sua vida você será livre da condenação e terá vida eterna. Jesus Cristo já pagou o preço do seu livramento! Você compreendeu isto e aceita este grande amor de Deus por você, ou vai rejeitá-lo? (Hans Kellert, Valinhos – SP) 1

Compreenda e aceite – Jesus Cristo é o único escape do pecado e da separação eterna de Deus!

 

Durante as guerras napoleônicas um jovem soldado francês, cansado da batalha, pegou no sono enquanto estava no posto de vigia. Foi levado à corte marcial, julgado e sentenciado à morte. Sua mãe, desolada, conseguiu de alguma forma uma audiência com o próprio Napoleão. Caindo aos pés do imperador, ela implorou que poupasse a vida do seu filho, explicando que era o seu único filho e o seu único meio de sustento. Napoleão começava a se cansar das petições dela.

“Madame, seu filho não merece misericórdia. Merece morrer.” Disse ele friamente. Ao que a mãe imediatamente respondeu:

“É claro que o senhor tem razão. É por isso que lhe estou pedindo que mostre misericórdia para com ele. Se ele a merecesse, não seria misericórdia.” Napoleão ficou tão tocado pela lógica da afirmação da mulher que perdoou o soldado. 2

 

Não existe coisa alguma em nós que nos faça tornar merecedores do grande e inestimável beneficio da graça (favor imerecido) e da misericórdia de Deus para conosco. Isto é dado gratuitamente por Deus em favor do ser humano. Basta reconhecermos a nossa incapacidade e aceitarmos o valioso sacrifício de Cristo por nossas vidas.

 

“Pois é pela graça que sois salvos, por meio da fé – e isto não vem de vós, é dom de Deus – não das obras, para que ninguém se glorie.” (Efésios 2:8,9)

 

Fontes:

1 – Pão diário: o livro das leituras devocionais diárias, nº 12. São Paulo, SP: Rádio Trans Mundial, 2008, 5 fev.

2 – SEMANDS, David A. O poder curador da graça. São Paulo, SP: Vida, 2003, p. 98.



Escrito por Floresça Onde Está Plantado às 19h04
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